Biojam defende que testes antigénio podem ser a resposta do sector à COVID-19
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Biojam defende que testes antigénio podem ser a resposta do sector à COVID-19

Empresa farmacêutica disponibiliza serviço de testagem (testes antigénio) a hotéis e restaurantes.

A BIOJAM, empresa da indústria farmacêutica, fornece testes rápidos antigénio à COVID-19 e defende que esta é uma das soluções ideais para testar clientes seja em hotéis ou em restaurantes.

Os testes de antigénio são ferramentas de diagnóstico que permitem detectar em apenas 15 minutos, e a partir das primeiras 24 horas de contacto de risco, possíveis casos de infeção por COVID-19.

“Em termos de diagnóstico propriamente dito, os testes rápidos de antigénio detetam os antigénios da superfície das proteínas do vírus. Ainda que o procedimento de recolha de amostra para diagnóstico seja idêntico, ou seja, através de uma amostra recolhida do trato respiratório superior, por via de uma zaragatoa, os testes de antigénio apresentam como maior fator de diferenciação o facto de serem mais rápidos e económicos”, explica Augusto Costa, director técnico da Biojam Holding Group.

Pode saber mais sobre os testes antigénio aqui.

Cada teste poderá custar entre 20 euros a 30 euros e permite obter resultados em 15 minutos, uma vantagem face ao custo dos PCR que pode atingir os 100 euros e os resultados são, normalmente, conhecidos num período de 48 horas.

Dr. Augusto Costa – Diretor Técnico da Biojam Holding Group

“A primeira vaga da pandemia e o confinamento imposto provocou neste setor do turismo, perdas de rentabilidade de mais de 90%. Este é um setor frágil e como tal é fundamental que as empresas do setor, sejam elas de hotelaria ou restauração, tenham um papel mais activo no controle da pandemia, não só através da imposição de normas de segurança como também através da realização de testes rápidos, capazes de minimizar as perdas nesta segunda vaga que se prevê bem mais agressiva. Tendo em consideração as recentes normas emitidas pela DGS, os testes de antigénio devem constituir a primeira resposta em caso de surto. Assim sendo qualquer unidade hoteleira ou de restauração que necessite de garantir com rapidez a segurança de todos os colaboradores e clientes que estiveram em contacto com um possível caso COVID-19 podem e devem realizar o quanto antes os testes de antigénio”, explica o responsável.

Em termos de protocolo, o mais indicado é sempre isolar de imediato os contactos de risco e realizar os testes não havendo necessidade de impor quarentenas, encerrar estabelecimentos ou cessar atividade. Para garantir a rapidez de resposta e o rápido regresso à atividade dos colaboradores, a Biojam dispõe de um serviço rápido de rastreio que pode ser solicitado para a realização de testes no local, ou em espaços de clínicas protocoladas para o efeito.

“Apesar de ser um teste relativamente simples, o teste é um «’Dispositivo Médico para Diagnóstico In Vitro’» que pressupõe a recolha de amostras do trato respiratório através da introdução de uma zaragatoa nas vias nasais e/ou garganta. É por isso um teste que tem de ser realizado por um profissional de saúde”, refere Augusto Costa.

Noticia publicada em https://www.publituris.pt/

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